Benchmarking Orçamental para Decisões Estratégicas
Estrutura Intensiva
Fase 1 — Formulação da questão de benchmarking
- Como definir o que se quer comparar antes de recolher dados
- Alinhamento com o ciclo de planeamento estratégico
- Erros de enquadramento e como os evitar
Fase 2 — Recolha eficiente de informação comparativa
- Benchmarking primário: entrevistas estruturadas com pares de setor
- Uso de relatórios de analistas e estudos setoriais
- Quando contratar benchmarking externo e quando não vale a pena
Fase 3 — Da análise à decisão
- Integração do benchmarking no processo de alocação de capital
- Apresentação ao conselho de administração: o que incluir e o que deixar de fora
- Revisão periódica dos benchmarks escolhidos
Formato das sessões
Quatro sessões ao vivo de 3 horas cada, com trabalho entre sessões. Grupos reduzidos de no máximo 8 participantes para garantir discussão aprofundada.
A maioria dos exercícios de benchmarking termina num relatório que ninguém lê duas vezes. O problema não é a análise — é a ligação entre os dados e as decisões que a organização precisa de tomar.
Este programa começa pela decisão e trabalha para trás. Qual é a questão estratégica em aberto? Que informação comparativa seria útil para a responder? Como se recolhe essa informação sem gastar seis meses a fazê-lo?
Trabalha-se com casos de alocação de recursos entre unidades de negócio, decisões de internalização versus externalização de serviços, e revisão de estruturas de custo em contexto de pressão sobre margens.
Um benchmark bem escolhido pode mudar o enquadramento de uma conversa de gestão. Um benchmark mal escolhido pode justificar qualquer coisa.O programa é intensivo e pressupõe experiência prévia em planeamento orçamental. Não há introduções ao tema — começa-se diretamente nos problemas complexos.